Como a Strong Security Brasil adotou a Cato Networks internamente para ganhar controle, simplificar a segurança e escalar com confiança

Antes de levar uma solução ao mercado, alguns parceiros fazem uma escolha que diz muito sobre maturidade e convicção técnica: usar a tecnologia primeiro dentro de casa. Esse foi o caminho adotado pela Strong Security Brasil ao implementar a Cato Networks na própria operação, após avaliar tecnicamente as alternativas disponíveis no mercado. O movimento não só transformou a forma como a empresa lida com segurança e compliance, como também trouxe mais tranquilidade operacional e uma base sólida para crescer em mercados altamente regulados. Uma empresa cloud-first muito antes de virar tendência Com mais de 22 anos de atuação, a Strong Security Brasil sempre teve uma característica pouco comum para sua época: uma operação totalmente em nuvem e equipes trabalhando de forma remota. Mesmo quando grande parte do mercado ainda dependia de estruturas locais, a empresa já operava sem servidores internos, apostando em flexibilidade e eficiência. Com o crescimento da operação e a consolidação de clientes nos segmentos financeiro, saúde e educação, esse modelo passou a exigir um nível ainda maior de controle, segurança e capacidade de comprovação, especialmente em auditorias e processos de compliance. Quando o ambiente moderno encontra limites operacionais Apesar de ser cloud-first, o cenário anterior da Strong Security Brasil refletia um desafio comum a muitas empresas que cresceram rapidamente. As ferramentas de segurança existiam, mas estavam fragmentadas. VPNs tradicionais, firewalls, antivírus e outros controles funcionavam de forma isolada, o que tornava a gestão complexa e a comprovação de segurança trabalhosa. Segundo Dario Caraponale, fundador e CEO da Strong Security Brasil, o problema nunca foi a falta de tecnologia, mas a dificuldade de manter tudo integrado e visível: “Sempre fomos uma empresa cloud e remota, mas controlar acessos e comprovar segurança para clientes se tornou cada vez mais complexo. As ferramentas eram quebradas, difíceis de gerenciar e pouco eficientes do ponto de vista operacional.” Para uma empresa que presta serviços e precisa demonstrar continuamente controles mínimos, logs e evidências, esse cenário começou a se tornar um gargalo real. A escolha por uma plataforma unificada Ao conhecer a proposta da Cato Networks, a Strong Security Brasil identificou uma mudança clara de abordagem. Em vez de somar mais uma ferramenta ao ambiente, a Cato permitia consolidar segurança, conectividade e controle em uma única plataforma, com políticas centralizadas e visibilidade completa. A possibilidade de aplicar segurança diretamente na ponta, independentemente de onde o colaborador estivesse, e sem depender de VPNs tradicionais, foi determinante. A decisão foi clara: implementar a solução primeiro internamente, antes de qualquer movimento comercial. Implementação sem fricção e rápida adaptação A adoção da Cato Networks aconteceu de forma tranquila. O deployment foi simples e a aceitação dos usuários ocorreu naturalmente, com os ajustes esperados em qualquer projeto de segurança mais robusto, especialmente no início, quando alguns acessos antes permitidos passaram a ser bloqueados. Para Fabiano Friggi, Diretor de Soluções da Teki, o sucesso da implementação está diretamente ligado à maturidade da Strong Security Brasil: “A Strong já tinha uma base técnica muito sólida. A Cato entrou como uma evolução natural, consolidando segurança, controle e compliance em uma única arquitetura, sem aumentar a complexidade da operação.” O impacto na prática: controle, compliance e tranquilidade Com a plataforma em operação, os ganhos ficaram evidentes rapidamente. A Strong Security Brasil passou a ter controle total sobre acessos, sabendo exatamente quando um colaborador inicia e encerra sua jornada, quais aplicações são utilizadas e se um problema está relacionado ao usuário, à política ou ao sistema. Esse nível de visibilidade permitiu inclusive a criação de políticas mais rígidas fora do horário comercial, reduzindo riscos e eliminando exceções desnecessárias. “Hoje eu sei exatamente o que está acontecendo, independentemente de onde o colaborador esteja. Isso mudou completamente a nossa tranquilidade operacional”, destaca Dario. No aspecto de compliance, o avanço foi ainda mais significativo. Aquilo que antes exigia esforço manual e múltiplas ferramentas passou a ser resolvido em um único console, com logs profundos, relatórios claros e evidências prontas para auditorias. Isso facilitou diretamente o atendimento a clientes regulados e reduziu o tempo gasto com comprovações de segurança. Benefícios que vão além da TI Os efeitos da adoção da Cato Networks não ficaram restritos à área técnica. A empresa observou uma redução de problemas relacionados a RH, menos improvisos no dia a dia e um nível muito menor de preocupação da gestão em relação à operação remota. Com o ambiente consolidado, a Strong já renovou o contrato e considera a estrutura completa, pronta para crescer sem a necessidade de reestruturações complexas ou novos investimentos em segurança no curto prazo. Uma decisão baseada em qualidade e arquitetura A adoção da Cato Networks pela Strong Security Brasil não foi motivada por relação comercial, mas por critérios técnicos claros: consolidação de arquitetura, visibilidade centralizada e redução de complexidade operacional. A empresa avaliou o impacto da plataforma na própria operação antes de qualquer movimento de mercado, garantindo que a decisão estivesse alinhada com seus padrões internos de qualidade e entrega. Para Eduardo Frade, Head de Vendas da Cato Networks, esse tipo de escolha reforça a maturidade do mercado brasileiro: “Quando uma empresa técnica decide implementar a Cato na própria operação, isso demonstra confiança na arquitetura e na qualidade da plataforma. É uma decisão baseada em valor e consistência, não em relacionamento.” Segurança moderna como base para crescer O caso da Strong Security Brasil mostra que segurança moderna não precisa ser sinônimo de complexidade. Quando bem implementada, ela simplifica a operação, aumenta o controle e oferece a confiança necessária para escalar, especialmente em ambientes remotos e regulados. Quer entender como a Cato Networks pode apoiar sua operação ou sua revenda?Fale com a Teki.
A maioria das falhas de segurança começa pelo acesso

Quando um incidente de segurança acontece, o foco costuma ir direto para o ataque: ransomware, exploração de vulnerabilidade, phishing ou movimento lateral. Mas relatórios e análises de mercado mostram um padrão recorrente. Na maioria dos casos, o problema não começa com uma técnica sofisticada. Começa com acesso. Credenciais comprometidas, permissões excessivas e modelos de confiança mal definidos seguem entre as principais causas de incidentes, segundo análises recorrentes de mercado conduzidas por organizações como o Gartner e a IDC. O ponto central não é que os ataques aumentaram.É que o modelo de acesso tradicional não aguenta mais. Onde o modelo tradicional falha Durante anos, o acesso foi tratado de forma relativamente simples: quem estava “dentro da rede” era confiável. VPNs, regras baseadas em IP e segmentações estáticas davam conta do cenário. Esse modelo funcionava quando: Hoje, nada disso é mais verdade. Usuários acessam sistemas de qualquer lugar, aplicações estão distribuídas em múltiplas nuvens, integrações via API são constantes e parceiros fazem parte da operação. Ainda assim, muitos ambientes continuam operando com a mesma lógica de confiança implícita. O resultado é previsível: acesso demais, visibilidade de menos. Credenciais não são mais um detalhe técnico Grande parte dos incidentes começa com algo aparentemente simples: Quando o acesso não é controlado de forma granular, qualquer falha se torna um ponto de entrada com potencial de impacto operacional, financeiro e reputacional. Nesse contexto, acesso deixa de ser um tema exclusivamente técnico e passa a ser um risco de negócio. O problema não é a tecnologia isolada, é o modelo É comum tentar resolver esse cenário adicionando mais camadas: mais regras, mais exceções, mais ferramentas. Isso aumenta a complexidade, mas não corrige o problema estrutural. O ponto crítico está no modelo de confiança. Confiar porque o usuário “já passou pela VPN” ou porque “está na rede” não reflete mais a realidade dos ambientes modernos. O acesso precisa ser tratado como algo dinâmico, contextual e mínimo por definição. A mudança de lógica: identidade como novo perímetro É nesse cenário que conceitos como Zero Trust e ZTNA ganham relevância prática. Não como buzzwords, mas como resposta direta a uma falha de modelo. A lógica muda: O objetivo não é dificultar o acesso, mas torná-lo adequado ao risco. Onde o ZTNA entra nessa equação ZTNA (Zero Trust Network Access) não é apenas uma substituição de VPN. É uma forma diferente de pensar o acesso a aplicações e serviços. Em vez de expor a rede, o foco passa a ser o acesso direto e controlado a recursos específicos, com validações contínuas e políticas centralizadas. Isso reduz a superfície de ataque, limita movimentos laterais e torna o ambiente mais previsível do ponto de vista de segurança e operação. Quando faz sentido olhar para esse modelo Arquiteturas baseadas em ZTNA fazem especialmente sentido para organizações que: Mais do que tamanho, o fator decisivo é a complexidade do acesso. Segurança começa pelo acesso certo Falar de segurança sem falar de acesso é atacar o sintoma, não a causa. O mercado já deixou claro que insistir em modelos antigos não reduz risco, apenas adia o problema. Revisar a forma como o acesso é concedido, monitorado e revogado é um passo fundamental para ambientes mais seguros, simples e alinhados à realidade atual. Repensando o modelo de acesso? A Teki apoia empresas e canais na avaliação de arquiteturas de acesso e segurança alinhadas ao contexto real de cada ambiente. Nosso papel é ajudar a identificar falhas de modelo, simplificar decisões e evoluir a arquitetura de forma estruturada. 👉 Quer entender se o modelo atual de acesso ainda faz sentido para o seu cenário?Converse com a Teki e avalie os próximos passos.
SASE: o que é, o que resolve e quando faz sentido adotar

Infraestruturas de rede e segurança cresceram de forma desorganizada ao longo dos anos. Firewalls em um lugar, VPN em outro, links dedicados, soluções de acesso remoto, ferramentas de segurança espalhadas e políticas difíceis de manter. Esse modelo fragmentado aumenta custos, amplia riscos e torna a operação cada vez mais complexa. É nesse cenário que o conceito de SASE ganha relevância. O que é SASE? SASE (Secure Access Service Edge) é um modelo que unifica rede e segurança em uma arquitetura única, entregue a partir da nuvem. Em vez de tratar conectividade e proteção como camadas separadas, o SASE integra esses elementos em uma única plataforma, permitindo que usuários, aplicações e dados sejam acessados de forma segura, independente de onde estejam. Não é um produto isolado. É um modelo arquitetural. Por que o modelo tradicional não acompanha mais o negócio O modelo tradicional foi desenhado para um mundo em que: Hoje, a realidade é outra. Usuários trabalham de qualquer lugar, aplicações estão em múltiplas nuvens e o tráfego não passa mais por um único ponto central. Forçar esse tráfego a voltar para o data center gera: O que o SASE resolve na prática Ao adotar um modelo SASE, as empresas conseguem: Para quem o SASE faz sentido? SASE não é exclusivo de grandes empresas. Ele faz sentido especialmente para organizações que: Mais do que tamanho, o que define a adoção é a complexidade do ambiente. SASE não é moda, é resposta a uma mudança estrutural O SASE não surgiu como tendência de mercado, mas como resposta a uma mudança real na forma como empresas consomem tecnologia. Ele reflete um movimento natural: simplificar a arquitetura, reduzir dependências e alinhar segurança ao negócio. Não se trata de substituir tudo de uma vez, mas de evoluir para um modelo mais coerente com a realidade atual. Quando vale considerar SASE Se sua infraestrutura cresceu de forma fragmentada, se a operação está difícil de manter ou se a experiência do usuário é impactada por latência e complexidade, vale olhar para o SASE com mais atenção. Mais do que uma tecnologia, ele representa uma forma diferente de pensar conectividade e segurança. Avaliando SASE para o seu cenário? A Teki apoia empresas e canais na avaliação de arquiteturas de rede e segurança mais simples, integradas e alinhadas à realidade de cada ambiente. Nosso papel é ajudar a transformar conceitos como SASE em decisões práticas, com clareza técnica e visão de negócio. Quer conversar sobre como um modelo SASE pode se encaixar no seu ambiente ou portfólio?Fale com a Teki e entenda os próximos passos.
Parcerias que fortalecem o mercado de cibersegurança: o movimento entre Solo Iron e Akamai

O mercado de cibersegurança vive um momento claro de amadurecimento. Com o aumento da sofisticação dos ataques, especialmente contra aplicações web e APIs, cresce também a demanda por modelos que vão além da simples adoção de tecnologia. É nesse contexto que a Solo Iron, unidade de cibersegurança da Solo Network, anuncia sua parceria estratégica com a Akamai, reforçando uma tendência cada vez mais evidente: segurança eficaz exige tecnologia, operação e método trabalhando juntos. Muito além da ferramenta: segurança como operação contínua A proposta da parceria é clara. Combinar a tecnologia líder global da Akamai em proteção de aplicações web e APIs com a expertise operacional da Solo Iron em serviços gerenciados de segurança, monitoramento contínuo e resposta estruturada a incidentes. Esse modelo reflete uma mudança importante no mercado. Empresas não buscam apenas bloquear ataques, mas entender riscos, priorizar eventos e responder de forma rápida e coordenada. Segundo Felipe Guimarães, CISO da Solo Iron, a parceria com a Akamai reforça essa visão de segurança como operação contínua e orientada ao negócio. Para ele, a Akamai se consolida como um aliado estratégico, com produtos estáveis e confiáveis, líderes em proteção de aplicações web e APIs, capazes de sustentar a estratégia de segurança Iron da Solo Iron: entregar uma operação completa como solução para os clientes O desafio crescente da proteção de aplicações e APIs O cenário regional traz desafios específicos. Ataques automatizados, exploração de lógica de negócio, abuso de APIs e tentativas constantes de negação de serviço fazem parte da realidade das empresas brasileiras. Como destaca Ana Cerqueira, Director Channel Sales and Programs LATAM da Akamai, o ciclo acelerado de desenvolvimento amplia a superfície de ataque e torna visibilidade e resposta fatores determinantes. Esse contexto exige soluções que combinem escala, inteligência e operação especializada. Quando fabricante e canal falam a mesma língua Um dos pontos mais relevantes desse movimento é o alinhamento claro entre fabricante e canal. A Akamai entra como um aliado estratégico da Solo Iron, oferecendo tecnologia estável, madura e reconhecida globalmente. A Solo Iron, por sua vez, assume o papel de operar, contextualizar e transformar essa tecnologia em valor real para o cliente final. Essa combinação atende a uma demanda cada vez mais comum no mercado: segurança orientada ao negócio, não apenas à infraestrutura. O papel da distribuição na construção desse ecossistema Parcerias como essa não acontecem de forma isolada. Elas são resultado de um ecossistema bem estruturado, onde a distribuição exerce um papel fundamental. A Teki atua exatamente nesse ponto de conexão, aproximando fabricantes líderes globais de canais altamente especializados, criando as condições para que estratégias se transformem em operações bem-sucedidas. Mais do que viabilizar tecnologia, a Teki contribui para: Esse modelo é essencial para que soluções complexas, como proteção de aplicações e APIs, sejam entregues com qualidade, consistência e foco em resultado. Um sinal claro de maturidade do mercado A parceria entre Solo Iron e Akamai é um reflexo direto da evolução do mercado de cibersegurança no Brasil. Mostra que tecnologia, sozinha, não resolve. Operação, processos e pessoas são partes indissociáveis da equação. Quando fabricante, distribuidor e canal atuam de forma integrada, o resultado é um ecossistema mais forte, preparado para enfrentar ameaças cada vez mais sofisticadas e alinhado às reais necessidades dos negócios.